04 outubro 2009
Ele.
Ele ri da minha loucura. Dos excessos e exageros do meu bem querer. Gargalha do samba no meu pé. E duvida da existência e da esperança. Mas não duvida de mim, que sei bem. Apenas ri. Feito homem vivido diante da menina mimada. Mal sabe que ainda é preciso viver tanto, pra entender o que eu já sei. Não crê no mundo. E evita o impossível. Não dança. Não canta. E limita os próprios sonhos. E das coisas boas só faz poesia. Ele tem força, garra e no fundo esperança. Mas finge que prefere os dias cinzas. Não para mim. Porque eu menina, sei tanto. Tanto. Não para saborear-te. E de vida, lambo os beiços. E de ti ainda mais. E para que saibas, prefiro os dias coloridos, de verde rosa, como porta-bandeira que vibra, roda e sorri. Porque sem samba, meu caro, não dá! (Juliana Marques)
E eu, estou precisando sambar.
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2 comentários:
ah, escrevi tanta coisa, mas queria soh dizer que li o que voce escreveu...
Eu só queria te tirar para dançar, e viver os dias coloridos... Te dar o que você precisava... mas você... você não quis...
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